quinta-feira, 2 de maio de 2013

Homúnculo cortical: como nosso cérebro vê nosso corpo

Se você olhar no espelho, verá como seu corpo se parece por fora. O homúnculo cortical, por outro lado, representa a forma como nosso cérebro vê nosso corpo a partir do interior.
Na década de 1930, o neurocirurgião Wilder Penfield operou pacientes com epilepsia. Já que tinha a sua disposição um cérebro vivo na mesa cirúrgica, ele aproveitou para “bisbilhotar” um pouco.
O médico levantou dados a fim de descobrir quais partes do córtex cerebral controlavam quais movimentos corporais voluntários e sentimentos. O que ele descobriu foi uma visão muito distorcida do corpo humano: o homúnculo cortical.
O homúnculo cortical representa a importância de várias partes do seu corpo, determinadas pelo seu cérebro.
Por exemplo, há pouca necessidade para o cérebro de saber o que está acontecendo nos braços e pernas. Tudo que esses membros precisam fazer é ficar longe do fogo e colocar as mãos e os pés nos lugares certos.
As mãos, a língua, os órgãos genitais e as características faciais são extremamente importantes, pois dão às pessoas uma tonelada de informações sensoriais. Como resultado, elas ocupam muito espaço no cérebro.

Contribuição além do superficial

Embora o homúnculo cortical seja uma curiosidade, o trabalho de Penfield em mapear a relação do cérebro para o corpo foi inestimável.
Formado na Universidade de Princeton, ele passou por anos de treinamento na Universidade de Oxford, na Espanha, na Alemanha e em Nova York (EUA), antes de se tornar o primeiro neurocirurgião em Montreal, Canadá.
Na década de 1950, Penfield buscava tratar pacientes com epilepsia de difícil controle. Antes de um ataque epiléptico, ele sabia que os pacientes experimentavam uma “aura”, um aviso de que o ataque está prestes a ocorrer.
Penfield testou se poderia provocar esta aura com uma leve corrente elétrica no cérebro, para localizar e destruir ou remover a fonte da atividade. Enquanto os pacientes estavam plenamente conscientes, embora anestesiados, ele abriu seus crânios e tentou localizar a origem de sua epilepsia.
Sua técnica foi muitas vezes bem sucedida, mas as cirurgias experimentais levaram a uma descoberta ainda mais dramática.
A estimulação em qualquer parte do córtex cerebral trouxe respostas de um tipo ou outro, e ele descobriu que só estimulando os lobos temporais (as partes mais baixas do cérebro de cada lado) que ele poderia obter respostas significativas e integradas, como a memória, incluindo som, movimento e cor.
Essas lembranças eram muito mais distintas do que a memória comum, e eram muitas vezes sobre coisas que não lembramos em circunstâncias normais. No entanto, se Penfield estimulava a mesma área novamente, exatamente a mesma memória aparecia – uma determinada canção, a vista de uma janela infância, etc -, ou seja, uma base física para a memória.
Ele acabou desenvolveu um mapa do cérebro, muitas vezes retratado como um desenho animado chamado homúnculo motor ou cortical (o ser humano em miniatura), com características desenhadas de acordo com a quantidade de espaço que ocupam no cérebro.

O homúnculo

O local no nosso cérebro onde toda a informação sensitiva é processada e tornada consciente se chama córtex somatossensorial primário.
O que é fascinante nesta área cerebral é a distribuição topográfica dos territórios sensoriais, cuja área ocupada é diretamente proporcional ao maior ou menor grau de sensibilidade a um estímulo nesse território. Não é de se estranhar a larga extensão das zonas corticais relacionadas com a sensibilidade a nível da face, mãos, dedos, lábios, língua, etc.
O córtex motor primário, localizado no giro pré-central, obedece à mesma lógica de representação topográfica, onde a área cortical é tão maior quanto maior for o grau de movimento que o respectivo território anatômico proporciona.
Esta diferença é particularmente gritante quando analisamos a extensão da zona cortical responsável pelos movimentos finos da mão, dedos e músculos da face, que representam praticamente 3/4 do córtex motor primário.
O homúnculo, então, é o espelho da riqueza sensitiva/motora de cada território corporal.[io9, MenteDesperta, PBS]

quarta-feira, 1 de maio de 2013

Governo gasta R$ 5 mi em capas de chuva para Copa em época de seca

Distrito Federal investiu R$ 315 em cada peça de proteção para o Mundial de 2014

O governo do Distrito Federal vai gastar R$ 5,35 milhões com a compra de capa de chuva para policiais militares que farão a segurança da Copa do Mundo de 2014, marcada para acontecer de 12 de junho a 13 de julho, período de seca em Brasília, quando a umidade do ar não ultrapassa os 30%.

 Nos últimos cinco anos, a cidade ficou uma média de 104 dias sem chover direto, a partir de maio, de acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet)

Em Brasília, gastos com capas superou o de coletes à prova de balas - DivulgaçãoO valor da compra consta em uma tabela de aquisição de equipamentos e serviços da Secretaria de Segurança Pública, hospedado no site Transparência da Copa.

 O valor gasto com as capas de chuva é superior ao que se pretende investir em outros itens, como na compra de coletes à prova de balas, que sairão a R$ 1,8 milhão.

A licitação, do tipo concorrência, prevê a compra de 17 mil capas de chuva - uma para cada um dos 15 mil policiais -, ao preço médio de R$ 315 cada uma. Em justificativa ao preço, o comandante da Polícia Militar do Distrito Federal, Suamy Santana, afirma tratar-se de um produto diferenciado. "É uma capa especial, com sistema refletivo, que permite exercer a atividade policial, correr, pular muro, tem encaixe para painel balístico", ressaltou.

 Ele destacou, ainda, a expectativa de haver uma redução de 20% a 25% no valor de cada peça durante a licitação.

Embora a informação esteja hospedada no site Transparência da Copa, o governo do Distrito Federal nega que os recursos utilizados serão os mesmos do evento. Atribui a questão a um erro de locação de informações e explica que a verba sairia do Fundo Constitucional.

Em nota enviada à reportagem, o governo do Distrito Federal afirma que "a capa de chuva é apenas um item do conjunto de equipamentos que está sendo adquirido para a corporação, e que integra o equipamento de proteção individual (EPI) obrigatório para todo policial militar". O comunicado oficial afirma, ainda, que a reposição dos equipamentos faz parte do Programa de Reequipamento da PMDF.

  "Ou seja, é superficial a informação que o governo do Distrito Federal comprou capas de chuva para junho, apenas para a Copa das Confederações e a Copa do Mundo de 2014. Esse é um equipamento de uso permanente do policial militar, para seu trabalho cotidiano no DF e durante as operações especiais voltadas a esses megaeventos." 

Fonte: Estadão

Sessão da Assembleia venezuelana termina em pancadaria

A briga entre a oposição e o governo na Venezuela se intensificou nesta terça-feira e acabou em pancadaria durante sessão da Assembleia Nacional. Pelo menos 17 deputados da oposição e cinco governistas ficaram feridos após confronto físico.

O deputado da oposição, Julio Borges, ficou com o olho esquerdo inchado - Boris Vergara/EfeA confusão começou depois que os partidários do governo, que são maioria na Assembleia de 165 deputados, negaram pela segunda sessão ordinária consecutiva o direito de palavra à oposição, até o reconhecimento dos resultados eleitorais. 

O presidente da Assembleia, Diosdado Cabello, disse que suspenderia o direito de palavra da oposição até que ela reconheça o herdeiro político de Hugo Chávez, Nicolás Maduro, como presidente eleito.

Nas eleições de 14 de abril, Maduro venceu por uma apertada margem de votos o candidato de oposição, Henrique Capriles, atual governador do Estado de Miranda. Contudo, a oposição não reconhece a vitória e pediu logo em seguida recontagem de votos, que foi negada. Nesta semana, Capriles anunciou que pedirá a impugnação das eleições por acreditar ter vencido as eleições. Ele diz que Maduro é um líder "ilegítimo".

Em entrevista concedida à AP por telefone, o deputado da oposição Ismael García relatou o confronto. "Sem mediar palavras, feito covardes vieram pelas costas, eram várias pessoas, nos bateram brutalmente, inclusive nas deputadas María Corina Machado e Nora Bracho. 

Atacaram o deputado Julio Borges, que ficou ferido no rosto", disse.

Borges apareceu pouco depois na televisão privada Globovisión com o rosto ensanguentado e inchado. Os parlamentares governistas também apareceram na TV acusando membros da oposição de atacá-los. As informações são da Associated Press.  

Fonte: Estadão

terça-feira, 30 de abril de 2013

Neonazista preso em Niterói por agredir nordestino já havia sido preso por espancar lésbica

Um dos neonazistas presos em Niterói acusados de agredir um nordestino foi reconhecido por outra vítima, nesta segunda-feira. A vítima foi uma jovem de 26 anos.

Os jovens logo após serem presosEla foi espancada há dois anos na Praça Zé Garoto, em São Gonçalo, por ser homossexual.

Na época, Thiago Bezerra Dias Pita, de 28 anos, chegou a ser levado para a 72ª DP (Mutuá), foi atuado por lesão corporal, mas respondeu ao crime em liberdade. Segundo informações de policiais da 77ª DP (Icaraí), quando agrediu a jovem não foi caracterizado que Thiago integrava um grupo neonazista.

A polícia agora tenta localizar outras vítimas dos neonazistas. O grupo foi detido no sábado, na Praça Arariboia, no Centro de Niterói. Cinco são maioreis de idade e um, menor de 15 anos. Eles estavam agredindo o nordestino Cirley Santos, de 33 anos. A vítima contou que os jovens o abordaram, chamando-o de “nordestino de merda”, fizeram alusão a Hitler e começaram a agredi-lo.

Além de Thiago foram presos Caio Souza Prado, de 23 anos, Philipe Ferreira, de 21, Carlos Luiz Bastos, de 33, e Dauil Oliveira de Moraes, de 31. Eles vestiam camisas com inscrições de um grupo neonazista e tinham tatuagens com o símbolo da suástica. Os cinco responderão por de lesão corporal, formação de quadrilha, corrupção de menor e intolerância, que é inafiancável e cuja pena varia de dois a cinco anos.

No carro onde estam os agressores foram encontrados um soco inglês, duas facas e um bastão, além de bandeiras e panfletos com a suástica, símbolo do nazismo (movimento alemão comandado por Hitler, que pregava a supremacia de uma suposta raça pura europeia). Os maiores de idade presos foram transferidos para o Complexo de Gericinó, em Bangu 6.   

Fonte:   Extra

Morre tartaruga egípcia que conheceu Napoleão

Uma tartaruga egípcia de 270 anos de idade faleceu no zoológico de Gizé, nas proximidades do Cairo, capital do país africano.

Com tamanha longevidade, o quelônio estava vivo - e adulto - quando Napoleão invadiu o Egito, ainda no século XVIII, conforme esta notícia da agência Prensa Latina.

Nascida em 1743, a tartaruga "foi testemunha" da Revolução Industrial, da Revolução Francesa e de fatos relevantes na história egípcia: o segundo reinado dos mamelucos, da construção do Canal de Suez, da assinatura do tratado de paz egípcio-israelense e dos mais de 30 anos do regime do presidente Hosni Mubarak, derrubado por uma revolta popular em 2011.

O zoológico não divulgou as causas da morte do animal. O fato causou muitos comentários nas redes sociais. Uma das piadas dizia que o bicho sobreviveu a períodos turbulentos da história do Egito mas não suportou as disputas entre partidários e opositores do presidente Mohamed Morsi. (a dica foi do Édson Pedro) 

Fonte: Yahoo

ATENÇÃO:O Netcina é um espaço informativo, de divulgação e educação sobre temas relacionados com saúde, nutrição e bem-estar, não devendo ser utilizado como substituto ao diagnóstico médico ou tratamento sem antes consultar um profissional de saúde.

sexta-feira, 26 de abril de 2013

O homem que tinha um buraco no estômago e revolucionou a medicina

Em 6 de junho de 1822, na Ilha de Mackinac (EUA), o jovem caçador Alexis St. Martin acidentalmente levou um tiro na barriga. Para sua sorte, o médico do exército William Beaumont estava na ilha e tratou do ferimento – embora achasse que o paciente não sobreviveria para ver o dia seguinte.
Contrariando as expectativas do médico, St. Martin sobreviveu (graças a uma série de cirurgias feitas ao longo de meses por Beaumont, sem anestesia e sem antissépticos), mas não sem uma sequela: ficou com uma fístula (um buraco na barriga e na parede do estômago) até o fim de seus dias. Deixar que o ácido estomacal mantivesse o ferimento limpo era mais seguro do que tentar fechá-lo.
Como St. Martin tinha dificuldade em caçar com um buraco no estômago, Beaumont o contratou como ajudante e encontrou uma maneira de usar a fístula em prol da ciência. Durante anos, observou o processo digestivo do seu novo ajudante, coletando amostras e enviando para químicos analisarem.

Revolução científica (e estomacal)

“Ele foi um dos primeiros a observar digestão em tempo real”, destaca o neurocientista Richard Rogers, membro de um grupo de pesquisadores que analisou recentemente como o caso de St. Martin e Beaumont contribuiu para a evolução da ciência.
De acordo com Rogers, as pessoas “perceberam que isso era um enfoque revolucionário no exercício da medicina e da fisiologia. Você coleta dados do paciente e então tira conclusões”.
Antes, a maioria dos médicos tinha noções equivocadas sobre o funcionamento do corpo humano (pensava-se, por exemplo, que o estômago “triturava” os alimentos, não que os digeria com ácido) e dava diagnósticos antes mesmo de avaliar o paciente. Outra contribuição de Beaumont foi a descoberta do vínculo entre doenças e mal funcionamento do sistema digestivo – ele observou que St. Martin demorava mais para digerir a comida quando estava com febre.
O caso, Rogers e seus colegas enfatizam, teria inspirado alguns dos primeiros experimentos controlados com animais – inclusive com o uso de fistulação. Entre eles estaria o do fisologista russo Ivan Pavlov, que condicionou cachorros a salivar quando ouviam um sino.
Em tempo: St. Martin viveu até os 83 anos e, no fim das contas, voltou a trabalhar como caçador por um certo período antes de se tornar fazendeiro.[LiveScience]

7 maneiras de enganar seu cérebro

Graças a uma série de “atalhos mentais”, o cérebro humano é capaz de economizar tempo e energia na hora de interpretar informações. Existe, porém, um risco: ao pular etapas, podemos cair em ilusões e truques. A seguir, você conhecerá 7 maneiras de aproveitar esse calcanhar-de-Aquiles (e algumas outras limitações) do cérebro para “enganar” seus amigos.

7. Questão bíblica

Não é preciso ter ido a todas as aulas de catequese para responder a esta pergunta: de acordo com a Bíblia, quantos animais de cada espécie Moisés colocou na Arca? Se você respondeu “dois”, errou, porque quem colocou animais na Arca foi Noé, não Moisés.
Muita gente se engana porque associa as palavras “animais”, “Bíblia” e “arca” e dá uma resposta rápida, ainda que incorreta. Ao acessar automaticamente seus conhecimentos sobre o Antigo Testamento, a pessoa mal percebe que Moisés não era a figura em questão. Isso vale com várias outras frases, como “Qual a cor do cavalo branco de Napoleão Bonaparte?”. A resposta já está na pergunta, mas distraída pela mesma, a pessoa às vezes não percebe.

6. A mãe de Joana

A mãe de Joana tem quatro filhas: Lalá, Lelé, Lili e…?
Se você respondeu “Lolô” ou “Lulu” ou algum nome parecido com o das outras irmãs, errou, porque não percebeu que a resposta correta está no começo da frase: Joana.
Em nome da eficiência, nosso cérebro é condicionado a buscar padrões em toda parte (no caso, as três primeiras filhas têm nomes com duas sílabas começando em L e terminando em uma vogal). Como a resposta correta foge do padrão, não pensamos nela de imediato – e, já que é aparentemente óbvia, não procuramos por ela no início da pergunta.

5. Corretor automático

 

Veja a foto acima e diga o que há de errado nela. Nada? Engana-se: a palavra “you” (“você”, em inglês) aparece duas vezes no cartaz, mas o seu cérebro não presta atenção nela quando lê a frase pela primeira vez, porque não precisa dela pra entender. Isso é reflexo de outro “atalho cerebral” que exclui informações que parecem desnecessárias.
O cartaz possui a frase: “THINK YOU / YOU CAN’T BE FOOLED?”, que significa “Pense você / Você não pode ser enganado?”, mas a primeira vez que lemos, pensamos que o que está escrito na verdade é “Você acha que não pode ser enganado?”, por isso o cartaz imediatamente tira sarro da nossa cara, informando: “Você acabou de ser”.

4. Cegueira induzida

 

Se você assistir ao vídeo acima e focar no ponto vermelho, os pontos amarelos vão simplesmente “sumir”, pois são interpretados pelo cérebro como pouco importantes e como parte do fundo – algo similar a o que é citado no item acima, mas visualmente.

3. Tempo de processamento

O experimento do atraso de flash (“flash lag”) mostra, de acordo com o pesquisador Dean Buonomano, a “dificuldade em detectar com precisão o posicionamento de um objeto durante outro evento”, explicada em parte pelo intervalo entre o momento em que algo ocorreu e o momento em que nosso cérebro processou esse acontecimento.
Clique aqui para fazer o experimento. Aperte o botão “Start”, e siga com os olhos a bolinha azul. Um flash vai aparecer no canto superior direito em algum momento. Em seguida, você deve escolher com o cursor o ponto em que você acha que a bolinha estava quando surgiu o flash. Você provavelmente vai pensar que o ponto está bem à frente (ou pelo menos um pouco à frente) de onde ele realmente estava.

2. O ônibus

 

 

A school bus with arrows going left and right. We ask the viewer which side is the front of the bus.??credit:  NGT
Veja o ônibus acima e responda rápido: pra que lado ele está indo? A resposta correta é “para a esquerda”, porque a porta de um ônibus fica sempre do lado direito, que não aparece na imagem (é como se a porta estivesse do “lado de lá” do ônibus, de frente para quem está na calçada, não para nós, que estamos olhando para o lado esquerdo do veículo). Se você anda de ônibus frequentemente, talvez não tenha tido problemas para responder. Por outro lado, se faz tempo que você não anda de ônibus, é possível que não tenha se lembrado desse detalhe – por uma questão de eficiência, o cérebro deixa certas informações menos acessíveis, para dar lugar a outras, mais recentes ou mais relevantes.

1. Dinheiro na mão

Mesmo que o faça com rapidez (cerca de 0,1 segundo), o cérebro precisa de um tempo para processar o que você vê. Para testar isso, pegue uma moeda de um real, chame um amigo e peça para ele ficar com a mão perto da moeda e com o polegar e o indicador próximos; segure a moeda a poucos centímetros da mão dele e o desafie a pegá-la apenas com os dois dedos, sem mexer a mão ou o braço, assim que você largar. Ele não vai conseguir (a menos que seja por sorte), porque até que o cérebro dele entenda que a moeda está caindo, ela já passou pelos dedos dele.
Esse intervalo deve ser levado em conta especialmente no trânsito, quando 0,1 segundo de distração pode resultar em um acidente.[LiveScience]